Quarta-feira, Agosto 23, 2006

Análise crítica sobre música “White Power”

Música com temáticas culturais e políticas européias tem se transformado em moda nos últimos anos, bandas e artistas dos mais diversos gêneros apareceram envolvendo orgulho ancestral à sua maneira. A parte negativa nisso é que usando(em vão) o nome da Raça Branca esses conjuntos têm feito letras distorcidas e bizarras, enquanto outros sonoramente são um fiasco. Observemos alguns exemplos em questão.

A maioria desses conjuntos musicais pertence a gangues juvenis e urbanas como Skinheads ou Headbangers e se torna um fator preliminar para o descabimento que algumas bandas chegam a propor, devido a influência “filosófica” dessas gangues na sua vida. Vejamos algumas bandas nacionais; A banda Stuka se refere aos nordestinos do Brasil como “cabeças-chatas, sub raça maldita”, demonstra um ódio doentio alem de ignorar que existem nordestinos arianos também, como exemplo a Atriz Mariana Ximenes, descendente de cearenses Holandeses. Outros grupos não fogem a regra, como Brigada NS, Zurzir, Locomotiva, todos com letras de caráter violento e supremacista em suas temáticas, ainda que tenha certas músicas mais “razoáveis”. O que se constata é que lembram os cantores de rap que falam “mate o homem branco”, nesse caso é o inverso, portanto não parece muito diferente da atuação de Gangsta Rap. Musicalmente essas bandas parecem que cantam quase sempre bêbados com guitarras desafinadas e sem melodia. Poderia exemplificar centenas de bandas Skinhead/Heavy Metal dos mais variados paises que seguem essa decadência musical e lírica, mas economizarei espaço para não perder tempo. Eu não sou contra a forma utilizada pelas bandas para propagar ideologia racial pró-branco, mas se é pra fazer algo utilizando meios modernos que seja bem feito, como comparação eu poderia indicar que escrever português via alfabeto eslavo ou árabe não o torna menos português, porêm um português mal escrito, mal expresso e mal formulado poderá deixar de ser português.

Felizmente há outros músicos de cunho racial, que nem sempre assumem uma posição ideológica, com bom nível artístico. Música da Escandinávia eu poderia recomendar Lumsk, Hel, Therion ou Svensk Ungdom. De Eslavos o Külgrinda da Lituânia, o Volkolak e o Svarga da Rússia. Da “mutter” Alemanha vale a pena ouvir In Extremo e Haggard. Do Mediterrâneo eu gosto bastante de Mago de Oz e Céltica. Outras ótimas recomendações para quem não conhece é o Estadunidense Prussian Blue, duas garotinhas cantando já aos 12 anos(crianças gostariam de ouvir) e o Canadense RaHoWa, grupo mais voltado ao Gothic Rock com grandes letras introspectivas sobre a raça branca.

5 Comments:

Anonymous Anônimo said...

gostei do texto!
hehehehe "cantam quase sempre bêbados com guitarras desafinadas e sem melodia" foi perfeito



épica é muito bom também, já ouviu?

12:13 PM  
Anonymous ewil said...

Esses tipos de grupos juvenis e banda voltada a temática white power pra uma pessoa que tá no superficial da coisa toda vai achar o máximo ver o cara cantar na sua lingua nativa, ver o cara cuspir aquelas letras, mas se parar pra analizar isso tudo influencia negativamente, estão apenas seguindo a imagem que a mídia atrelou ao movimento branco, e numa hora onde o negócio é sério, em politica ou algo que poderia ser decisivo para nós eles entram na balança como parte de nosso lado protecionista degenerindo toda a nossa imagem e fechando possíveis portas para nós.

Gostei da parte onde vc os compara com rappers, nunca havia feito tal ligação, e faz sentido, praticamente só se troca o sujeito...

12:26 AM  
Anonymous Anônimo said...

Muito interessante o texto, concordo muito com isso, apesar de que discordo quanto o zurzir, é claro, eles possuem letras "violentas", mas em sua maioria são letras muito inteligentes tratando de mitologia, e de puro e simples orgulho, como "grandeza racial" e "valkirias"

12:43 AM  
Anonymous Anônimo said...

Segundo o MK,o primeiro passo para a criação de um movimento é a propaganda. Esta serve pra despertar e,num primeiro momento, até a negativa é valida. Depois, qdo colocados os pingos nos ís, selecionamos entre os despertos pela propaganda,os adesistas e combatentes. Muito guri descobre sua raça quando percebe que é discriminado pelas outras e, nesse momento, procura algo pra extravasar a revolta. Depois, passada a ira, busca a verdade do sangue. Então essas bandas "juvenis" como vc fala, servem pra acordar a juventude. são canções de guerra para atiçar o emocional, no primeiro momento. Depois ´´e a hora de bandas como Celtica e varias outras espanhola com excelentes letras. A proposito: Não concordo com a inclusão da banda Haggard no seu comentario, que é sobre musica wp.Não sei se teve oportunidade de ver o vocalista.Definitivamente não é um ariano. Abraço. 88

9:24 PM  
Anonymous Anônimo said...

Concordo plenamente Kamarada, fatos como esses queimam a imagem do Nacional-Socialismo perante a população, mais do que a mídia sionista já queima.

88

Marcio

8:05 PM  

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